quinta-feira, 3 de abril de 2014

Ah, o amor...


Já vi gente dizendo que para ser "inteiro" precisa de mais dinheiro ou precisa de um namorado ou precisa de um emprego novo ou... ou... ou...


Também acreditei nisso por um tempo. 
Quantos ou's ou se's.

Mas descobri algo simples e ao mesmo tempo bastante complexo sobre mim mesma.
Que eu, para ser inteira, preciso de amor.

Amor no que faço.
Amor no que trabalho.
Amor no que acredito.
Amor na minha vida.
Amor por mim.

E pode parecer piégas, mas amor é assim: 
quanto mais se sente,
mais se tem,
mais ele cresce.

E de todos os lados.
De onde menos se espera.

Se tem uma sensação que é gostosa nessa vida, é de se estar cheia de amor.
Por si. Por quem merece. Por quem precisa. Por quem nunca se imaginou.
Pelo que se faz. Pelo que se quer. Pelo que se está descobrindo.

Passei a acreditar que quando estamos amando, nos tornamos pessoas melhores.
Na verdade, pessoas como deveríamos ser sempre:
Com aquele otimismo irritante em qualquer situação.
Com aquele sorriso bobo constante.
Com aquela vontade de perdoar e esquecer os desafetos.

Quando a gente está amando deseja o melhor para as pessoas.
Mesmo que elas não entendam. Ou que não saibam.

Por isso, desejo a mim mesma, que este estado de amor que me encontro, continue.
Pois desconheço melhor "complemento" para se levar a vida.

(texto de 22.03.2012 - publicado no mulhernacrisedos30)

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